7 de fevereiro de 2017

Atividades substantivo primitivo/derivado









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Atividades adjetivos







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Atividades adjetivos








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Atiivdades - Adjetivo pátrios






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14 de janeiro de 2017

O Grande Mistério


Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto)

H?dias j?que buscavam uma explicação para os odores esquisitos que vinham da sala de visitas. Primeiro houve um erro de interpretação: o quase imperceptível cheiro foi tomado como sendo de camarão. No dia em que as pessoas da casa notaram que a sala fedia, havia um souffl?de camarão para o jantar. Da?..

Mas comeu-se o camarão, que inclusive foi elogiado pelas visitas, jogaram as sobras na lata do lixo e — coisa estranha — no dia seguinte a sala cheirava pior.

Talvez alguém não gostasse de camarão e, por cerimônia, embora isso não se use, jogasse a sua porção debaixo da mesa. Ventilada a hipótese, os empregados espiaram e encontraram apenas um pedaço de pão e uma boneca de perna quebrada, que Giselinha esquecera ali. E como ambos os achados eram inodoros, o mistério persistiu.

Os patrões chamaram a arrumadeira às falas. Que era um absurdo, que não podia continuar, que isso, que aquilo. Tachada de desleixada, a arrumadeira caprichou na limpeza. Varreu tudo, espanou, esfregou e... nada. Vinte e quatro horas depois, a coisa continuava. Se modificação houvera, fora para um cheiro mais ativo.

?noite, quando o dono da casa chegou, passou uma espinafração geral e, vitima da leitura dos jornais, que folheara no lotação, chegou at?a citar a Constituição na defesa de seus interesses.

— Se eu pago empregadas para lavar, passar, limpar, cozinhar, arrumar e ama-secar, tenho o direito de exigir alguma coisa. Não pretendo que a sala de visitas seja um jasmineiro, mas feder também não. Ou sai o cheiro ou saem os empregados.
Reunida na cozinha, a criadagem confabulava. Os debates eram apaixonados, mas num ponto todos concordavam: ninguém tinha culpa. A sala estava um brinco; dava at?gosto ver. Mas ver, somente, porque o cheiro era de morte.

Então alguém propôs encerar. Quem sabe uma passada de cera no assoalho não iria melhorar a situação?

--  Isso mesmo — aprovou a maioria, satisfeita por ter encontrado uma fórmula capaz de combater o mal que ameaçava seu salário.

Pela manh? ainda ninguém se levantara, e j?a copeira e o chofer enceravam sofregamente, a quatro mãos. Quando os patrões desceram para o caf? o assoalho brilhava. O cheiro da cera predominava, mas o misterioso odor, que h?dias intrigava a todos, persistia, a uma respirada mais forte.

Apenas uma questão de tempo. Com o passar das horas, o cheiro da cera — como era normal — diminuía, enquanto o outro, o misterioso — estranhamente, aumentava. Pouco a pouco reinaria novamente, para desespero geral de empregados e empregadores.

A patroa, enfim, contrariando os seus hábitos, tomou uma atitude: desceu do alto do seu gr?finismo com as armas de que dispunha, e com tal espírito de sacrifício que resolveu gastar os seus perfumes. Quando ela anunciou que derramaria perfume francês no tapete, a arrumadeira comentou com a copeira:

— Madame apelou para a ignorância.

E salpicada que foi, a sala recendeu. A sorte estava lançada. Madame esbanjou suas essências com uma altivez digna de uma rainha a caminho do cadafalso. Seria o prestigio e a experiência de Carven, Patou, Fath, Schiaparelli, Balenciaga, Piguet e outros menores, contra a ignóbil catinga.

Na hora do jantar a alegria era geral. Nas restavam dúvidas de que o cheiro enjoativo daquele coquetel de perfumes era impróprio para uma sala de visitas, mas ninguém poderia deixar de concordar que aquele era preferível ao outro, finalmente vencido. 

Mas eis que o patrão, a horas mortas, acordou com sede. Levantou-se cauteloso, para não acordar ninguém, e desceu as escadas, rumo ?geladeira. Ia ainda a meio caminho quando sentiu que o exército de perfumistas franceses fora derrotado. O barulho que fez daria para acordar um quarteirão,quanto mais os da casa, os pobres moradores daquela casa, despertados violentamente , e que não precisavam perguntar nada para perceberem o que se passava. Bastou respirar. 

Hoje pela manh? finalmente, após buscas desesperadas, uma das empregadas localizou o cheiro. Estava dentro de uma jarra, uma bela jarra, orgulho da família, pois tratava-se de peça raríssima, da dinastia Ming.

Apertada pelo interrogatório paterno Giselinha confessou-se culpada e, na inocência dos seus 3 anos, prometeu não fazer mais.

Não fazer mais na jarra, ?lógico.


Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Marcos Rangel Porto – 1923/1968) nos brinda com mais uma de suas histórias cheias de suspense e muito humor. Esta, retirada do livro "Rosamundo e os outros", publicado em 1963 (1a. edição) pela Editora Sabi? Ltda., d?uma excelente idéia do poder de criação do autor dos também consagrados "Tia Zulmira e eu"," Primo Altamirando e elas", "Garoto Linha Dura" e os diversos e impagáveis números do "Festival de Besteira que Assola o País".

Conheça e vida e a obra de 
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)visitando "
Biografias".

SEQUÊNCIA DIDÁTICA – “CONTOS DE MISTÉRIO”


Gênero: Literário / Contos de Mistério
Tipo Textual: Narrativo
Período de desenvolvimento: 01 mês
Interdisciplinaridade: Português e Artes
Público alvo: alunos dos 4º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

1)    Justificativa
O gênero escolhido – contos de mistério – tem como principal objetivo o de intensificar o contato dos alunos com esse tipo textual, ampliando seu repertório de contos narrativos.
Conversar sobre histórias que despertam o medo e o suspense possibilita aos alunos situações onde é possível verificar, dentro do gênero textual, as principais características do texto, como descrições, cenários, personagens, construindo gradativamente o clímax e desfecho surpreendentes.
Além disso, as questões apresentadas trabalham a compreensão do texto, solicitando a localização de informações, inferências ou deduções, assim como o uso adequado de recursos como a pontuação expressiva, onomatopéias e palavras que dão sentido e emoção aos textos lidos e produzidos.

2) Objetivos Específicos
a) Em relação aos conteúdos procedimentais:
·         Ler diferentes textos de forma autônoma;
·         Ouvir, ler e escrever contos de assombração;
·         Perceber que os cenários e os personagens são sempre caracterizados para criar um clima de mistério;
·         Aprender a planejar textos orais em situações comunicativas reais ou simuladas;
·         Participar das interações que envolvam os usos da linguagem nas diversas situações do cotidiano escolar, escutando com atenção e compreensão;
·         Grafar corretamente as palavras;
·         Reescrever textos, preocupando-se com concordância verbal e nominal;
·         Pontuar textos analisando as várias possibilidades de organização de um diálogo.
·         Levantar hipóteses sobre o tema ou assunto desenvolvido nos textos informativos;
·         Encontrar informações nos textos, mapas, tabelas e demais portadores textuais;
·         Participar da produção coletiva do conto escolhido pela turma, utilizando diferentes estratégias de criação.
·         Utilizar corretamente a pontuação expressiva, a partir da necessidade de transmitir emoções;
·         Participar da revisão do texto coletivo, usando adequadamente os conhecimentos prévios e os construídos durante o desenvolvimento do projeto.
Nas Oficinas de Artes:
·         Ilustrar o texto, representando artisticamente suas emoções e sentimentos em relação ao conto trabalhado.
·         Participar da produção de dramatização do texto escolhido pela turma.

·         b) Em relação aos conteúdos atitudinais:
·         Valorizar a leitura como fonte de informação, lendo para aprender;
·         Interessar-se pela escrita, como instrumento de interação;
·         Desenvolver um comportamento leitor, valorizando diferentes gêneros textuais;
·         Desenvolver atitudes de escuta de textos, compreendendo seus possíveis significados e mensagens;
·         Valorizar a cultura popular, percebendo sua influência em usos, costumes, superstições e tradições orais de determinado povo.
·         Perceber as emoções, sensações e sentimentos transmitidos pelos textos do gênero trabalhado.
·         Participar de maneira colaborativa no desenvolvimento das atividades, mostrando interesse, respeito e disposição em efetivar as atividades propostas.

2)    Metodologia: Etapas previstas
·         Apresentar o tema para os alunos, ouvindo suas sugestões, levantando seus conhecimentos prévios e idealizando a participação na produção de um livro de contos.
·         Ler, permanentemente, contos variados, para despertar o gosto pela leitura e ampliar seu repertório (leitura feita pela professora).
·         Listar com os alunos os contos mais conhecidos e apreciados pela turma.
·         Pesquisar novas e antigas histórias, explorando os livros do acervo.
·         Desenvolver atividades de interpretação de texto, localizando informações, sequências de fatos, etc.
·         Desenvolver atividades de análise e reflexão sobre a língua, incluindo tarefas que explorem ortografia e gramática.
·         Produzir um texto narrativo, tendo como base o conto escolhido pela turma, sendo o professor escriba e mediador dos desafios que se apresentarem no decorrer da produção coletiva.
·         Revisar, coletivamente, o texto coletivo, junto dos alunos, enfocando questões ortográficas e gramaticais.
·         Ilustrar o conto produzido pela turma, trabalhando de maneira interdisciplinar nas Oficinas de Arte.
·         Produzir a dramatização do conto escolhido, planejando as etapas necessárias para sua apresentação.

3)    Recursos didáticos e materiais:
·         Atividades impressas,
·         Registros no Caderno do aluno;
·         Filmes;
·         Materiais da Oficina de Arte para produção das ilustrações.
·         Contos e Livros paradidáticos de literatura infanto-juvenil.
4)    Avaliação:
Em relação à linguagem oral: Habilidades gerais do aluno como falante:
·         Expõe suas idéias e conhecimentos?
·         Formula perguntas e respostas com clareza?
·         Explica e defende seus pontos-de-vista?
·         Expõe suas dúvidas?
·         Leva em conta a finalidade de sua fala e o seu interlocutor?
·         Gosta de ler textos em voz alta para os outros?

Habilidades gerais do aluno como ouvinte:
·         Sabe sua hora de falar e ouvir?
·         Tem concentração em quem fala?
·         Gosta de ouvir textos lidos ou contados por outros?

Em relação às competências leitoras: Habilidades gerais do aluno como leitor de textos diversos
·         Usa estratégia de antecipação através do portador/suporte de texto, do título, do autor, do gênero, da ilustração?
·         Usa estratégia de inferência, levando em conta o contexto?
·         Socializa sua leitura por iniciativa própria?
·         Socializa sua leitura por solicitação de outros?
·         Percebe a intencionalidade do autor?
·         Lê em voz alta com fluência (depois de ter compreendido o texto)? Socializa quais tipos de texto gosta de ler?
·         Expõe suas dúvidas?
·         Leva em conta a finalidade de sua fala e o seu interlocutor?
·         Gosta de ler textos em voz alta para os outros?

Em relação à produção de textos escritos:
·         Relaciona a produção com a situação: finalidades do autor, gênero e interlocutor?
·         Faz da produção um processo de trabalho no qual estão presentes várias etapas e suas versões do texto?
·         Atende à modalidade textual solicitada, elaborando diversos tipos de textos de acordo com sua função social?
·         Desenvolve o tema proposto, mantendo a coerência textual e usando recursos coesivos?
·         Segmenta o texto de acordo com sua especificidade?

·         Tem domínio relativo da ortografia, da acentuação e da pontuação? Fundamenta suas opiniões e respostas?

A ESTRANHA PASSAGEIRA



 Stanislaw Ponte Preta


- O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de voo - e riu nervosinha, coitada.

Depois pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem. Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz de educado respondendo que estava às suas ordens. 

Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive de realizar essa operação em sua farta cintura.

Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço antes as perguntas que aquela senhora me fazia aos berros, como se estivesse em sua casa, entre pessoas íntimas. A coisa foi ficando ridícula:

- Para que esse saquinho aí? – foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.

- É para a senhora usar em caso de necessidade – respondi baixinho.

Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou: 

- Uai ...as necessidades neste saquinho? No avião não tem banheiro? Alguns passageiros riram, outros – por fineza – fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue ( embora com tantas carnes parecesse mais um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos por todos os lados 

O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta: 

- Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?

Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.

Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do “show”. Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.

Foi quando madama deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janelinha para ver a paisagem) e gritou:

- Puxa vida !!!

Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:

- Olha lá embaixo. 

Eu olhei. E ela acrescentou: - Como nós estamos voando alto, moço.

Olha só ... o pessoal lá embaixo parece formiga.

Suspirei e lasquei:

- Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou voo.

VOCABULÁRIO
1) Substitua os termos sublinhados por sinônimos, reescrevendo as frases e fazendo as alterações necessárias.
a) “Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial.”
b) “Para me distrair na viagem.”
c) “Suspirei e fiz o bacana.”
d) “Tive que realizar essa operação em sua farta cintura.”
e)” .. a zombar do meu embaraço ...”
f) “Aquela senhora me fazia perguntas aos berros.”
g) “Fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira.”
h) “Caindo para trás e esparramando embrulhos para todos os lados.”
i) “...para tirarem uma pestana durante a viagem.”
j) “Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do show.”

INTERPRETAÇÃO TEXTUAL

1. “ É a primeira vez que viajo de avião.” Esta afirmação iria se comprovar durante toda a crônica, tais os “vexames” dados pela senhora. Assinale a frase que não demonstre um deles:
a) “Para que esse saquinho aí?”
b) “No avião não tem banheiro?”
c) “Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?”
d) “Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona...”
e) “...mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás...”

2. Por que a senhora pediu que o moço se sentasse ao seu lado?

3. “Para que esse saquinho aí?” – Ao fazer essa pergunta, a passageira:
( ) fez em tom brando para que os outros passageiros não a ouvissem.
( ) fez em tom bem alto para chamar a atenção dos outros passageiros.
( ) fez em tom alto porque ela realmente não sabia sua utilidade.
( ) fez em tom alto para irritar o companheiro que estava ao seu lado

4. “ Suspirei e fiz de educado respondendo que estava às suas ordens”. Os suspiros demonstram nesta passagem:
a) conformação;
b) contrariedade;
c) arrependimento;
d) aborrecimento;
e) raiva.

5. No título da crônica, a passageira é chamada de “estranha”. Outras qualificações podem ser dadas a ela depois que lemos integralmente a crônica. Assinale a que não lhe corresponde:
a) inexperiente;
b) envergonhado;
c) incômoda;
d) embaraçante;
e) ridícula.

6. “Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos... “. Com o verbo “sobraçar” o autor- narrador quer dizer que a madama:
a) levava mais embrulhos do que era possível;
b) levava embrulhos de baixo do braço;
c) carregava um monte de embrulhos que eram abraçados por ela;
d) trazia um monte de embrulhos que eram abraçados por ela;
e) trazia a quantidade de embrulhos que era possível levar nas mãos.

7. “...minha vizinha apertava os olhos e lia qualquer coisa. ”. Com a expressão “apertar os olhos” o narrador quer dizer-nos que a senhora:
a) não enxergava direito;
b) não sabia ler;
c) estava com sono;
d) que a porta de emergência estava longe de onde estavam sentados;
e) que sentia dores nos olhos.

8. Podemos afirmar que a passageira do avião era:
Marque a opção verdadeira.

1- uma elegante senhora 
2- uma senhora gorda e desajeitada.
3- uma dama acostumada a viajar de avião.
4- uma senhora muita acanhada.
5- uma mulher simples, mas curiosa 
6- uma mulher introvertida

( ) somente o item 1 e o item 4 são falsos.
( ) o item 2 e 5 são verdadeiros
( ) o item 2 e 6 são verdadeiros
( ) somente o item 5 é o verdadeiro
( ) o itens 2 ,3, e 4 são falsos
( ) nenhumas das opções estão corretas.

9. De acordo com o texto podemos afirmar que:
( ) todos os passageiros riram da passageira quando esta perguntou sobre a serventia do saquinho.
( ) a passageira falava tão baixo que nem seu amigo da poltrona a escutava direito.
( ) a passageira era muito ingênua, pois não colocava maldades nas perguntas que ela fazia.
( ) a passageira não sabia mesmo a serventia dos saquinhos e nem o que era emergência.
( )a passageira estava se fazendo de ingênua para sacanear os demais passageiros.
( ) o companheiro de banco da passageira era uma senhora muito elegante.

10. Por que o título do texto é “A estranha passageira”?

11. O narrador do texto é um narrador-observador ou narrador-personagem? Comprove com um trecho do texto.

12. Quem são os personagens do texto?

13. Qual é o enredo do texto?



ATIVIDADES GRAMATICAIS
1) Passe para o feminino plural, as frases abaixo:
a) O senhor sabe?
b) O outro passageiro já estava se divertindo às minhas custas.

2)  O substantivo “comandante” quanto ao gênero, é epiceno, sobrecomum ou comum-de-dois? Por quê?

3) O substantivo “passageira” deriva de qual palavra?

4) Classifique os substantivos abaixo, conforme o exemplo:
a) Avião: comum, simples, primitivo, concreto.
b) Hora:
c) Aeroporto:
d) Embrulhos:
e) São Paulo:
f) Banheiro:
g) Passageira:
h) Comandante:
i) Emergência:
j) Certeza:

5) Retire do texto, um substantivo epiceno.

6) Classifique os adjuntos adverbiais presentes nas frases abaixo:
a) “ É a primeira vez que eu viajo de avião.”
b) "Depois pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem.”
c) “Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem.”
d) “Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente.”
e) “Afinal estava ali pronta pra viajar.”]

7) Assinale a alternativa correta em relação à classificação dos termos destacados nas frases abaixo:
a) “...esperando ordens para ganhar a pista de decolagem.”
( ) Adjunto Adverbial 
( ) Adjunto Adnominal 
( ) Complemento Nominal

b) “Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.”
( ) Adjunto Adverbial de Finalidade e Adjunto Adverbial de Tempo
( ) Adjunto Adnominal de Finalidade e Adjunto Adverbial de Tempo
( ) Adjunto Adverbial de Finalidade e Adjunto Adverbial de Lugar

8) Passe as frases para a Voz Passiva e, em seguida, identifique o Agente da Passiva.
a) A estranha passageira faz perguntas engraçadas.
b) Amarrei o cinto de segurança em sua farta cintura.
c) O comandante já esquentava os motores da aeronave.
d) Eu lerei o livro durante o voo.
e) A passageira esparramou embrulhos por todos os lados. 

9) Assinale a alternativa correta em relação à transformação da voz passiva para a voz ativa:
"Vários vexames foram dados pela estranha passageira durante o voo”
( ) A estranha passageira dá vários vexames durante o voo.
( ) A estranha passageira cometeu vários vexames durante o voo.
( ) A estranha passageira deu vários vexames durante o voo.








VOTAÇÃO TOP 30/2014